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A cooperação jurídica internacional, seja em matéria penal, seja em matéria cível, é historicamente lenta. É lenta tanto quanto o pedido é ativo, quanto o pedido é passivo, quando há um pedido de outra autoridade central aqui para o país. Nós também, aqui no Brasil, analisamos com muita calma, vemos com base no acordo com esse país, se esse pedido tem fundamento jurídico.
Secretário nacional de Justiça, Augusto de Arruda Botelho

Moraes foi hostilizado por brasileiros no aeroporto de Fiumicino em 14 de julho, quando voltava de uma viagem à Itália. Em depoimento à PF, o ministro disse que foi agredido verbalmente e que seu filho levou um tapa no rosto.

O empresário Roberto Mantovani Filho e sua esposa, Andreia Munarão Mantovani, e Alex Zanatta Bignotto são investigados pelo episódio. Os suspeitos, no entanto, negam agressões físicas ou verbais.

Nesta quinta-feira (31), o ministro da Justiça, Flávio Dino, disse que os vídeos seriam recebidos até hoje.

Conflito de versões

As versões de Moraes, já feitas à PF, e dos acusados são divergentes. Estes negam a agressão a Moraes. O ministro foi chamado de “bandido, comunista e comprado”, conforme a investigação da PF. As palavras teriam vindo de Andréia Mantovani, mulher de Mantovani.



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