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Nas horas que antecedem a chegada do furacão Idalia aos Estados Unidos, moradores da Flórida correram aos supermercados para estocar água, alimentos e combustível. Em mercados de Gainesville, no norte do estado, há prateleiras vazias desde a segunda-feira (28) à tarde.

Dependendo da região, alguns se preparam para não sair de casa durante a passagem do furacão, enquanto outros enchem o tanque do carro para pegar a estrada.

No pequeno condado de Dixie, com pouco mais de 17 mil habitantes, autoridades passaram a tarde desta terça-feira (29) batendo de porta em porta para incentivar os moradores a sair, já que a área deve ser uma das mais impactadas pelo Idalia.

Já a região da Baía de Tampa pode registrar níveis recordes de inundações. É por lá que o furacão deve entrar no país na manhã da quarta-feira (30), com ventos ultrapassando os 130 km/h.

Em diversas partes do estado aulas e eventos foram cancelados. Pelo menos 12 rotas de trens que começam ou terminam em Orlando ou Miami foram fechadas nesta terça-feira. Além disso, já foram mais de dois mil voos atrasados ou cancelados nos Estados Unidos, 80% no aeroporto de Tampa.

O presidente americano, Joe Biden, assinou no começo da semana uma declaração de desastre para repassar recursos federais à Flórida. O grande número de eventos climáticos neste ano está esgotando os fundos da Fema, a Agência Federal de Gerenciamento de Emergências dos Estados Unidos, que agora prioriza as populações afetadas pelo Idalia e pelos incêndios na Ilha de Maui, no Havaí.

Apesar de essa ser época de furacões no Oceano Atlântico, meteorologistas afirmam que as mudanças climáticas podem fazer com que a temporada seja mais difícil de prever e traga tempestades mais intensas.



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