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A Polícia Civil de Guarujá diz ter encontrado na noite desta segunda-feira (31) a arma com a qual o soldado Patrick Reis, da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, grupo de elite da PM) teria sido morto.

A pistola 9 mm, encontrada em um beco na Vila Júlia, próximo à praia da Enseada, ainda passará por perícia para comprovar se foi mesmo usada no crime.

A polícia diz ter indícios de que trata-se da mesma arma por causa da coincidência dos calibres e das circunstâncias na qual ela foi abandonada. Os investigadores encontraram a pistola em um vão entre dois barracos de madeira.

Uma denuncia anônima descreveu o local onde a arma seria encontrada. Ninguém foi preso durante a ida da polícia ao local.

A pistola foi encontrada embrulhada em sacos plásticos, descarregada, jogada no chão. A denúncia anônima não informou quem teria jogado a arma no beco.

Além de procurar por impressões digitais que mostrem quem manipulou a arma, a perícia vai comparar a arma com a cápsula e a bala encontradas no local do crime.

“A identidade da arma utilizada fica gravada ou no projétil ou na cápsula”, diz o delegado Antônio Sucupira, da Delegacia de Guarujá. “É trabalho nosso, da investigação, descobrir quem foi a pessoa que jogou a arma lá, se foi o atirador ou não.”

A Operação Escudo, que vai durar um mês, envolve agentes de todos os 15 batalhões de operação especiais do estado. São cerca de 3.000 PMs, além de pelotões do Choque e do efetivo local.

Durante um patrulhamento de rotina na quinta-feira (27) na comunidade Vila Zilda, em Guarujá, o soldado Reis foi baleado quando a viatura na qual estava deixava o local, já sob tiros, segundo o boletim da ocorrência.

Reis foi atingido na axila, chegou a ser socorrido, mas não resistiu. Um cabo que participava do patrulhamento foi baleado na mão esquerda.

O soldado deixou mulher e um filho de dois anos.



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